Sucessões

É fundamental pensar com cautela a quem confiar a sucessão de sua empresa. Um herdeiro pode parecer ideal, mas vale notar: ele tem interesse? Aptidão? Está preparado para assumir?


O ato de planejar a sucessão significa mais do que apenas organizar a transmissão da herança, mas sim organizar o processo de transmissão do patrimônio e administração do mesmo de forma sustentável[1].


O planejamento da sucessão evita inventário. O inventário é moroso, caríssimo e, na maioria das vezes, os herdeiros não possuem capacidade financeira para regularizar o patrimônio.

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Embora não estejamos acostumados com esta verdade, sabemos que a vida é finita e que o último suspiro não tem hora nem lugar certos. Além disso, outras circunstâncias como desligamento voluntário ou incapacidade, podem culminar em um processo conhecido por “Sucessão”.


A sucessão é um momento delicado que, se não for planejado antecipadamente, pode desencadear em conflitos de interesses, o que no âmbito da administração patrimonial pode ser catastrófico.


Por isso, a finalidade do planejamento sucessório está focada em minimizar os possíveis problemas advindos deste processo.


Portanto, nem todo herdeiro é sucessor! Isso acontece, porque o empresário pode escolher seu sucessor previamente ao inseri-lo na cláusula sucessória do contrato social e, além disso, prepará-lo previamente.


Tudo isso é mesmo necessário? Sim! O falecimento ou desligamento de sócios reflete na organização e na continuidade da empresa. Por isso este planejamento é essencial para minimizar possíveis conflitos decorrentes deste processo.


Aqui na Leroy Associados contamos com uma equipe competente para ajudá-lo neste planejamento! Entre em contato para saber mais.


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[1] Carminatti e Dangui.

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